segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Achei um pouco sobre a banda que compôs essa música e também a letra completa...

Som Imaginário
Gênero rock progressivo


Som Imaginário foi uma banda brasileira formada no princípio da década de 70. Criada primeiramente para acompanhar o cantor Milton Nascimento no show "Milton Nascimento, ah, e o Som Imaginário". Contou com a participação do músico Wagner Tiso antes de sua bem-sucedida carreira solo. O Frederyko (ou Fredera), que também é pintor, escultor e jornalista, era o guitarrista solo desta banda, um dos maiores guitarristas brasileiros e que hoje reside na cidade de Alfenas no sul de Minas Gerais.

O grupo passou por várias mudanças de formação e lançou no total três discos. Matança do Porco, provavelmente o mais progressivo, contou com os vocais de Milton Nascimento. Além deste artista, o Som Imaginário acompanhou em gravações MPB-4, Taiguara, Marcos Valle, Gal Costa, Odair José, Carlinhos Vergueiro, Sueli Costa e Simone, dentre outros.

FormaçãoWagner Tiso - piano e órgão
Tavito - violão
Luiz Alves - baixo
Robertinho Silva - bateria
Frederyko atualmente mais conhecido como Fredera - guitarra
Zé Rodrix - órgão, percussão voz e flautas

Nepal
Som imaginário
Composição: Frederyko

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal existe uma praça
onde fica um monte de dinheiro
e quem precisa tira o que precisa
e quem ganha bota lá de novo
e lá não tem problema financeiro
e o povo é sempre muito ordeiro

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal a juventudo canta
e cultiva flores de outras terras
pinta o corpo de todas as cores
e procura sempre as coisas certas
No Nepal o casamento é livre
e os sinais nas ruas sempre aberto

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato


No Nepal o ar é cristalino
e a verdade vem dentro dos ventos
e o carinho rende juros fortes
e o povo vive só de renda
Te convido companheira amada
a fugir para o Nepal comigo

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato

No Nepal tudo é barato
No Nepal tudo é muito barato





Primeiro ensaio improvisado... foi muito bom! hahah

Léo e João
Baby e Léo




E pode ser que seja só o leiteiro lá fora, né?












Dois ou um?
Par ou Ímpar?










A primeira música da Mona eu já postei aqui. 
Agora tem aquela 'ser eu sou, eu sou, eu sou, eu sou amor da cabeça aos pés', da Gal Costa: aqui.

Música do Nepal (No nepal tudo é barato, no Nepal tudo é muito barato): aqui. É da Mona também.

A 'Colorido Colorido..', de Baby, não achei... somente textos mesmo, com as iniciais do Caio ou o nome mesmo.. acho que vamos ter que cuidar dessa por nós mesmos!

'Eu sou assim, eu tenho um arco-íris dentro de mim', outra de Baby, também não consegui achar!

update: E tem um pedacinho da que o Léo canta "Eu quero uma casa no campo", Elis Regina.

And.. that's all folks! 

Jessica Mosso

“Outra Sina de Existir”

“Outra Sina de Existir” - Um espetáculo paisagem. O que se revela é uma ação cênica que coloca em jogo as distintas possibilidades de relações humanas: Homens e mulheres. Abandono. Maridos e esposas. Nascimentos. Pais e filhos. Incestos. Irmãos. Abortos. Amores. Desamores. Encontros. Despedidas. Morte. Como um caleidoscópio, as imagens se formam e se transformam, abrindo espaços às possibilidades e projeções de desejos que podem, ou não, ser reais.

– de 27 de Agosto a 12 de Setembro -

- sextas e sábados, 21h; domingos, 20h.

“Teatro 2” - Teatro Escola Macunáima (tel: 11 3667.0807) Rua Adolfo Gordo, 238, Campos Elíseos - São Paulo -

R$ 30,00 Inteira; R$ 15,00 (meia); R$ 10,00 (alunos e ingresso amigo)

acaoemail

Alice Cooper - Poison

domingo, 29 de agosto de 2010

Relatório (aula 23/08) - Hare Krishna!

Tudo definido!


PEÇA: Pode ser que seja só o leiteiro lá fora

LÉO - Ana Paula
BABY - Catarina
MONA  (CARLINHA BAIXO-ASTRAL) - Jessica e Gabriela
JOÃO - Zézu
ROSINHA - Mari
ALICE COOPER - Barhum
ANGEL - Fernanda

Para próxima aula, é para levar as três primeiras cenas ''circunstâncializadas'' (quem, como, onde, quando, etc).

*


Eu tinha uma ideia de que a música que a Mona canta assim que entra era a de Caminho das Índias, mas eu fui procurar e não é bem assim.. hahah É desse jeito.

E tem um significado também:


O canto da vibração transcendental Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare é o método sublime para revivermos nossa consciência de Krishna.
A consciência de Krishna não é um artifício imposto à mente; esta consciência é a energia original da entidade viva. Quando escutamos a vibração transcendental, esta consciência é revivida.
A palavra Hara é a forma de dirigir-se à energia do Senhor e as palavras Krishna eRama são formas de se dirigir ao próprio Supremo. Tanto Krishna quanto Ramasignificam “o prazer supremo eterno”. Hara é a suprema energia de prazer do Senhor, que modificada para Hare no vocativo, ajuda-nos a alcançar o Senhor.


Bom, é isso, até amanhã!


Fonte: Krishna.com

Jessica Mosso

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


Pessoas!
relatório de segunda!

Depois de 'oi, tudo bem?' ,12 minutos de loucura, 12 de dança livre, relembrar clarão nas estrelas, improvisar clarão e votar.... OPA! pode ser que seja só o leiteiro lá fora! UHUUUL

então, em relação às divisões de tarefas da montagem ficou assim :

1. fugurino : Gabi e Mari
2. cenário : Fe e Jé
3. sonoplastia : Gabi e Barhum
4. imagem : Paula, Catarina, Barhum e Fe
5. divulgação : Jé
6. Responsável pelo caixinha : Catarina e Paula

-Lembrando que, claro, todo mundo pode ajudar em tudo =)
-Acho que ainda não definimos quanto será de caixinha né?

Lição de casa para segunda-feira:

1.1 Escolher duas personagens que você goste para defender
1.2 Criar individualmente duas cenas diferentes das do texto com duração de no máximo 3 min (para cada cena\personagem).

2. Escolher um pedaço de uma cena da própria peça, que tenha pelo menos 3 acontecimentos e no máximo 5, para "x" pessoas fazerem.
O Edu denominou esse exercício de workshop!

Basicamente acho que é isso ai people.... unanimidade pro leiteiro né!

Falô Brows


Barhum
(mals a foto, não resisti hahahah)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Only women

Gente, o William respondeu meu e-mail, e ele, infelizmente, parou o curso.


''Estou parando o curso por motivos entre a escola e teatro,mudei de escola e estou estudando a tarde espero mais pra frente voltar.

Peço que mande desculpas para o pessoal lá do teatro.

Até Breve
William''
Uma pena né? Agora somos só mulheres + Edu hahaha =/

Aproveito para chamar vocês, de novo, para irmos domingo ver ''Homens de Papel'', as 20h no Macunaíma da Barra Funda!
99% de certeza que eu vá, vejo vocês lá, beijos.

Jessica Mosso

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Escolhendo as peças

E ai pessoal, como é que estão as coisas em relação às peças? Todo mundo já leu, pelo menos, as duas que ficaram mais marcadas?


  • Clarão nas Estrelas (Vladmir Capela)
  • Pode ser que seja só o leiteiro lá fora (Caio Fernando Abreu)
Qual delas vocês preferem? Acho que seria bom definir a peça aula que vem, não é? Me preocupa um pouco o curto período que vamos ter para ensaiar, mas a gente consegue!

E pra quem não tem as peças ainda, na pasta para alunos do blog do Edu dá pra baixar tudo, inclusive o livro inteiro do Caio F. Abreu, onde os dois primeiros textos foram sugeridos.

Se alguém conseguir alguma notícia do senhor William, que nos abandonou, avise-nos, ok?

Acho que a partir de segunda eu vou levar a câmera, pra gente registrar melhor tudo! =D


Beijos, até mais!

Jessica Mosso

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Relatório: 2ª aula de Montagem !

Algumas pessoas que haviam faltado na aula passada se apresentaram,informando nome,idade,de onde são, qual a relação que tem com a arte,etc.Em seguida,começou-se uma discussão sobre as três peças (“Clarão nas Estrelas” de Vladimir Capella,”Pluft o fantasminha” de Maria Clara Machado e “A comunidade do arco-íris” de Caio Fernando Abreu)que havíamos combinado de ler para a aula do dia 10/08. O grupo, em geral , pareceu mais empolgado com a peça “Clarão nas Estrelas”; mergulhar em um mundo surreal,em um conto de fadas,pareceu uma proposta diferente e encantadora.”Clarão nas estrelas” é um conto que mostra uma jovem que liberta um príncipe de um terrível encantamento com sua coragem e paixão.Após os comentários sobre as obras lidas, o professor Edu apareceu com outra proposta para nós: “Pode ser que seja só o leiteiro lá fora” de Caio Fernando Abreu.Lemos a peça em grupo,cada um interpretando uma personagem,e todos adoraram! (e deram boas risadas):”Acho que esta é mais moderna” , “ Acho que com essa conseguiremos atingir o público mais intensamente “ entre outros comentários surgidos,o que fez o grupo refletir sobre qual seria a melhor peça para apresentar.O professor também nos lembrou que propostas de peça são sempre bem vindas e que devemos escolhe-la até o dia 23 de agosto, para não perder tempo já que temos apenas uma aula de montagem na semana.
Discutimos também sobre o significado de “Obras Dramáticas no Contexto Contemporâneo (tema da mostra deste ano do Teatro Escola Macunaíma), definindo-a pela não linearidade(sair do comum) e experiência(visando ai a estrutura do jogo ou evento cênico podendo atingir o publico de um modo psicológico,imaginário e/ou fisicamente como no caso da peça do farol que o Edu comentou).Neste ultimo, foi citada a famosa expressão “Pago para ser enganado “ , aquela coisa de entrar na situação fictícia e fazer todos acreditarem naquilo que vêem.
O professor também comentou da criação coletiva (década de 60) caracterizada pelo acumulo de funções uma vez que o grupo todo fica responsável por tudo, não sendo dividido em ‘cargos’ (diretor/ator/dramaturgo) como no teatro colaborativo (década de 90). Concluímos então, que trabalhamos com uma mistura dos dois,uma vez que há divisão de tarefas (ator/diretor..) e ao mesmo tempo acúmulo de funções,onde nos dividiremos em grupos que ficarão responsáveis pelo figurino,cenário,sonoplastia ou caixinha.Também foi levantado a questão dos “workshops” conhecido como um processo criativo em que um ator expõe suas idéias e vivencia a do outro , pretendendo assim desenvolver a montagem

Acho que é isso pessoal! Nos vemos segunda!

Fernanda Vieira

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

http://www.cooperativadeteatro.com.br/pageDinam.do?id=92

esse é o link do outro negócio que eu coloquei aqui antes : http://primeirosinal.com.br/files/publication/13/98_278.pdf

gente, sinceramente to meio perdida, to com medo de deixar essas coisas e não ser isso e todo mundo se confundir mais ainda.... Edu, dá uma luz aqui quando der por favor?


domingo, 8 de agosto de 2010

Obras dramáticas no contexto contemporâneo

Para Lehmann, o teatro pós-dramático não é apenas um
novo tipo de escritura cênica. É um modo novo de utilização dos
significantes no teatro, que exige mais presença que representação, mais
experiência partilhada que transmitida, mais processo que resultado,
mais manifestação que significação, mais impulso de energia que
informação (FERNANDES, 2006: 9).

Desta forma, o teatro pós-dramático e a sua problematização cênica
do personagem tradicional e do palco tradicional, pretendem formular uma
resposta estética a uma situação política e cultural. O enfoque na situação
teatral ganha uma importância muito além de uma inovação formal. Hans-
Thies Lehmann frisa que a ampla espetacularização da vida pública obriga um
teatro que se compreende como crítico e investigativo a subverter as regras
espetaculares que o regem:

Portanto, o teatro pós-dramático não é um teatro que simplesmente
brinca com os elementos teatrais essenciais (corpo, movimento, voz, luz,
espaço, etc.) enquanto elementos autônomos e de igual importância, como se
fosse um grande playground (embora tal teatro pós-moderno existe). Mais
do que isso, pretende discutir na sua estética não-mimética um problema
sério e até existencial para uma sociedade democrática: como manter o
pragmático e o estético, o senso do poder e o senso do possível, o hegemônico
e o marginalizado ou até invisível, numa tensão produtiva, isto é, numa tensão
que evite a homogeneização do espaço cênico, seja na direção do estético, seja
na direção do pragmático. O espaço cênico integrado do teatro pós-dramático
não é um espaço unificado.

Os dois textos de pesquisadores do teatro pós-dramático alemão,
traduzidos para este volume de Urdimento, um de Hans-Thies Lehmann
e um de Erika Fischer-Lichte, falam de características desta pesquisa
contemporânea. Ambos mostram que o teatro contemporâneo quer colocar
os espectadores num estado “entre” diferentes campos de energia, ou na
encruzilhada de forças vetoriais que o sujeito racional não pode controlar ou
dominar: sejam elas as distintas forças do corpo e da libido ou de discursos
sociais e políticos.


Gente, espero que ajude a entender um pouco...não sei se é exatamente isso que nós temos que saber, mas foi o que eu achei mais próximo, acho que nem eu entendi direito! hahahaha
mas é isso aii....

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Relatório sobre a 1ª aula de Analise Ativa



Nós conversamos, basicamente, sobre a nossa montagem desse semestre. Alguns assuntos que ainda precisam ser discutidos e separados entre nós:
o        Figurino
o        Cenário
o        Sonoplastia
o        Caixinha (todo mês vamos recolher uma quantia ainda não determinada de cada um para ajudar com os gastos da peça)
O Edu tem um blog onde ele nos disponibiliza os textos de peças (que ele nos pediu para ler, se possível, de uma só vez, o que leva cerca de duas horas, no máximo. E depois, reler... hahaha, fazendo algumas anotações), o programa do PA2 e alguns textos de Machado de Assis. Clarão nas Estrelas é uma peça que o Edu sugeriu e nós estamos pensando em montá-la, se todos concordarem. Uma coisa muito importante é a rapidez com que escolheremos nossa peça, já que somos uma turma com apenas uma aula de montagem por semana e este semestre é extremamente curto. Pluft - o fantasminha, foi outra peça de sugestão do Edu, mas nós não falamos muito sobre ela. Ele também falou sobre um texto que estava em seu livro ''Teatro Completo'', de Caio Fernando de Abreu: A Comunidade do Arco-Íris, que fala sobre um grupo que apoia o meio ambiente e saiu da cidade para morar numa floresta. Eu procurei e achei este texto na Internet, neste site: caiofernandoabreu.tumblr.com/post/165951064/a-comunidade-do-arco-iris

O tema da amostra deste semestre é: Obras Dramáticas no Contexto Contemporâneo. Nós ficamos de estudar o que isso significa para próxima aula (e de ler as três peças para segunda feira também!).

A Barhum pediu recomendações sobre alguns livros de teatro, e o Edu falou do escritor brasileiro Décio de Almeida Prado:

o        História do Teatro Brasileiro
o        Apresentação ao Teatro Brasileiro Moderno

Como nossa aula de História ficou para o semestre que vem, o Edu sugeriu que lêssemos a respeito deste assunto neste semestre, para nos inteirarmos sobre o que estamos fazendo.

A respeito de roupas, foi pedido um estilo meio de 'guerra': roupas sem muita cor, sem estampas e leves. Para que, como disse o professor, ninguém interprete uma madrasta má com uma camiseta da Minnie!

O Edu falou sobre criar um blog, e todo mundo gostou da ideia então, aqui está! =D O nome do blog e o endereço podem ser mudados posteriormente, se o grupo quiser. Nele nós vamos registrar o que quisermos sobre nossas aulas, fotos, vídeos, frases, etc.
Coloquei todos como colaboradores e autores e um email será enviado a todos quando recebermos um novo comentário ou alguém fizer uma nova postagem. Quem quiser que eu tire seu email, é só avisar.

Sobre o horário, o Edu pediu para que fizéssemos desse jeito:
Começar às 14:30, como sempre, e NÃO parar para o intervalo, saindo mais cedo, às 17:40. Assim nós não perdemos o embalo e não interrompemos a montagem, quando ela já estiver acontecendo. Isso ajuda também o Edu, pois ele tem aula às 19h na unidade da Adolfo Gordo.

Bom, isso foi só a primeira parte da aula! 
Depois do intervalo (que foi normal nessa primeira aula), fizemos alguns exercícios de corpo com voz, trabalhamos o contato com o parceiro pelo olhar e fizemos outro exercício com um vestido fazendo o 'papel' de qualquer outro objeto, menos um vestido. Foi uma improvisação bem engraçada e meio atrapalhada, mas tudo bem. Um ótimo exercício, que vamos repetir com cordas e bastões.

Agora eu acho que é só, até segunda!

Jessica Mosso



Me passaram este sorteio, achei muito bom! Participem gente! Imagina, 100 livros (ou um iPad pra quem é mais moderninho que eu hahaha) só pra você! *-*

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Primeiro dia, primeiro post!

Bom, acabei de criar o blog, que foi uma idéia do nosso mais novo professor, Edu!
Alunos que não foram à nossa primeira aula, vocês perderam, foi muito boa!

Queria nos desejar sorte neste primeiro semestre de montagem e dizer a todos que independentemente da peça escolhida, nossa turma estará empenhada de corpo e alma para fazer um espetáculo que mostre uma outra visão do mundo, a nossa.

Muito obrigada!